Domingo, 13 de Março de 2011

Balanço do sismo no Japão ao fim da noite aponta para 1000 mortos

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SAPO – AFP – 12 março 2012

O sismo e o tsunami que atingiram o Japão esta sexta-feira terão feito cerca de 1000 vítimas. Este era o balanço das autoridades japoneses por volta das 5 da manhã.

Um terramoto de magnitude 8,9, o mais forte registado até à data no Japão, abalou nesta sexta-feira às 14h46 locais o nordeste do país, seguido de um tsunami. As ondas, que chegaram aos 10 metros de altura, varreram o litoral do Pacífico, fazendo numerosos mortos e desaparecidos. Uma onda de lama e de destroços seguiu em grande velocidade através de campos e estradas, devastando tudo à sua passagem. Em alguns lugares, a água entrou até cinco quilómetros pelo interior.

O primeiro número oficial de vítimas divulgado pela polícia nacional falava em pelo menos 40 mortos e 39 desaparecidos, e 244 pessoas feridas. Mas começaram a subir rapidamente para prováveis mais de 1.000 mortos segundo a agência de notícias Kyodo.

A agência de notícias Jiji relatou que 200 a 300 corpos foram descobertos numa praia de Sendai, na prefeitura de Miyagi, nordeste. No total, 402 corpos já foram encontrados em diferentes localidades do norte e do leste do Japão. Os números deverão ser actualizados à medida que as autoridades japonesas se inteirarem da dimensão da tragédia.

Além dos 402 mortos, há 673 desaparecidos e 991 feridos, informou a polícia às 06H45 locais deste sábado, acrescentando que há dificuldades para se realizar uma avaliação precisa devido ao grande número de áreas atingidas.

A imprensa japonesa teme um grande número de mortos na ilha de Honshu, na costa nordeste do país, onde ondas monstruosas destruíram mais de 3.000 casas.

Onda de 10m arrasou a cidade de Sendai

No Japão, ondas de dez metros de altura arrasaram o litoral de Sendai. Vagas de sete metros atingiram a vizinha Fukushima, segundo a imprensa local, onde se encontra uma central nuclear.

Um novo terramoto de 6,6 graus de magnitude atingiu por volta das 04h00 locais de sábado a região montanhosa de Niigata, no noroeste do Japão, anunciou a emissora de rádio e televisão NHK. A agência de notícias Kyodo informou, por sua vez, que não havia um novo alerta de tsunami.

Também em Sendai, um navio com cerca de cem pessoas a bordo foi levado pelas águas, ignorando-se o destino dos seus ocupantes. Desapareceram igualmente dois comboios, um deles de passageiros, engolidos pelas ondas, com um número desconhecido de pessoas a bordo.

Em Tóquio, a cerca de 380 km do epicentro, os arranha-céus, construídos sobre estruturas anti-sísmicas especiais, balançaram durante longos minutos. Dezenas de incêndios foram observados na capital, onde há muitos feridos. Quatro milhões de lares estavam sem electricidade. Também na região de Tóquio, uma refinaria de petróleo ardia.

O aeroporto internacional de Narita, cerca de 50 quilómetros a leste de Tóquio, suspendeu o tráfego por várias horas, anunciando, à noite, que as operações recomeçavam progressivamente.

Os transportes ferroviários e rodoviários foram interrompidos em grande parte do arquipélago, em particular em Tóquio e arredores, bloqueando milhões de pessoas que tomaram de assalto os hotéis da cidade, ou que tentaram chegar a casa a pé.

A onda chegou às ilhas do Pacífico e aos EUA

Após o sismo, a maior parte dos Estados do Pacífico, da Oceania à América Latina, emitiram alertas de tsunami, mas nenhum dano significativo foi observado até ao momento fora do arquipélago nipónico.

As zonas litorais foram evacuadas nas ilhas Marianas, assim como nas de Guam e no Havai. A Colômbia constatou uma subida de 50 centímetros no nível do mar. No Equador, onde foi decretado estado de emergência, foi ordenada a evacuação das regiões ameaçadas.

As autoridades da Califórnia também ordenaram nesta sexta-feira a retirada de centenas de pessoas das zonas baixas. A costa oeste americana sentiu os efeitos das ondas 12 horas depois da ocorrência do sismono Japão, informou Tina Walker, porta-voz da Agência Pública de Gestão de Situações de Emergência.

Os grandes sismos do Japão

O Japão, situado na confluência de quatro placas tectónicas, sofre anualmente cerca de 20% dos tremores mais fortes registados na Terra. Em 1923, a cidade de Tóquio foi devastada por um sismo intenso, que fez 140 000 mortes. Mais recentemente, em 1995, o sismo de Kobe (oeste) fez mais de 6400 mortos.

Ler mais em DN: Risco de explosão num segundo reactor em Fukushima
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Sydney: Forum Labor’s proposed East Timor regional processing centre:

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Why we should say no

Indymedia - By Anonymous - Sat 12 Mar 2011 - Sydney (Read more)

Date and Time:
Mon, 14/03/2011 - 6:00pm - 8:00pm
Location:
NSW Teachers Federation building, 23-33 Mary st, Surry Hills, walking distance from Central station

Speakers:Luis Belun, Citizens against an Austalian Asylum Seeker Processing Centre in Timor Leste, via phone from Dili. Sr Susan Connelly, Mary MacKillop East Timor MissionIan Rintoul, Refugee Action Coalition

Julia Gillard’s proposed Regional Processing Centre for asylum seekers was Labor’s answer to Tony Abbott’s election mantra about stopping the boats. The regional processing centre is all about the Labor government avoiding its obligations to asylum seekers arriving by boat.

If Gillard gets her way, East Timor will get a detention centre and risk becoming the next Nauru or Christmas Island. All boat arrivals in Australian waters would be transferred to East Timor to be processed off-shore, with no guarantee of resettlement in Australia. This forum will hear from a range of speakers about why the plan should be opposed, and what the refugee movement can do to stop it.
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Japão: ACIDENTE NUCLEAR É O PIOR DESDE CHERNOBIL

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A explosão da central (NTV/Reuters)

PÚBLICO - 12 março 2011

Milhares de pessoas retiradas da região

Cerca de 45 mil pessoas foram já retiradas da região onde está a central nuclear de Fukushima I, palco hoje de uma grande explosão, na sequência do sismo que abalou o Japão ontem. É o pior acidente nuclear desde Chernobil.

A explosão foi classificada pela Agência Segurança Nuclear e Industrial japonesa como um acidente nuclear de nível 4 – numa escala de 1 a 7. O acidente de Three Mile Island em 1979, nos Estados Unidos, teve nível 5 e a catástrofe de Chernobil, em 1986, na ex-URSS, chegou ao nível 7.

O Governo japonês afirma que a acidente está controlado.

O acidente deu-se às 15h36 (6h36, hora de Lisboa), fez quatro feridos leves e lançou o pânico de que um incidente parecido com o de Chernobil se repetisse no Japão.

Mas um porta-voz do Governo garantiu que as radiações estavam a baixar e que a explosão não tinha afectado o núcleo do reactor. “A segurança dos nossos concidadãos é a prioridade que guia as nossas acções”, declarou o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, ao final da tarde.

A central fica na costa Leste do país, 250 quilómetros a nordeste de Tóquio. O sismo causou uma avaria no sistema de refrigeração na central e um corte de electricidade impediu a recuperação deste sistema, permitindo que os bastões de combustível continuassem a aquecer, aumentando a pressão interna no reactor.

A empresa japonesa Tokyo Electrical Power Co, que gere as instalações, tentou reduzir alguma desta pressão libertando vapor radioactivo. Mas não foi o suficiente para impedir a explosão que destruiu o tecto do edifício do reactor principal. A televisão japonesa NHK anunciava ontem que o nível da radioactividade fora da central era oito vezes superior ao normal.
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GERAÇÃO À RASCA JUNTA QUASE 300 MIL EM LISBOA E PORTO

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RÁDIO RENASCENÇA – 12 março 2011

Os números foram avançados pela organização e ainda não foram confirmados pela polícia.

A manifestação da "geração à rasca" juntou pelo menos 200 mil pessoas em Lisboa e 80 mil no Porto, segundo anunciaram os organizadores da iniciativa.

O anúncio dos números, feito junto a uma das fontes da Praça do Rossio, em Lisboa, foi acompanhado de gritos "a rua é nossa".

Os números não foram ainda confirmados pela polícia.

Quanto a incidentes na manifestação que hoje à tarde desceu a Avenida da Liberdade, a fonte do Comando de Lisboa disse que não há quaisquer incidente a reportar até ao momento".

Em Lisboa, os manifestantes encheram a Avenida da Liberdade e desfilaram até ao Rossio, entoando palavras de ordem. A manifestação junta várias gerações. Pais, filhos e netos, todos unidos contra os problemas comuns: precariedade, desemprego, baixos salários.

Garcia Pereira, advogado e líder do PCTP-MRPP, e José Manuel Coelho, candidato às últimas eleições presidenciais, o jornalista Joaquim Letria e o músico Pedro Barroso são algumas das figuras públicas que fizeram questão de se associarem a este protesto.

No Porto, na Praça da Batalha, é pequena para acolher os milhares de participantes que querem dar voz a uma geração "à rasca".

O protesto desceu a rua de Santa Catarina em direcção ao Rivoli, sempre seguido pelas forças de segurança.

A marcha do Porto junta várias gerações descontentes. A reportagem da Renascença falou com Ambrósio Lopes Vaz, um reformado de 79 anos, que também saiu à rua para protestar.

Em Braga, a manifestação da “Geração à Rasca” juntou centenas de pessoas de várias gerações na Avenida Central, apesar da ameaça da chuva. A Renascença ouviu o caso de Pedro Fortunato, de 21 anos, um trabalhador precário que não sabe se no mês seguinte vai ter ou não emprego.

A contestação também se ouviu em Coimbra. Entre os cerca de 300 manifestantes estavam alguns militantes e simpatizantes do Bloco de Esquerda e a ex-deputado do PS Teresa Portugal, que marcou presença em busca de esperança para o país.

O protesto "Geração à Rasca" reuniu jovens, pessoas de meia idade e idosos em Viseu. Cerca de 500 manifestantes gritaram palavras de ordem contra os prolemas que afectam as várias gerações de portugueses.

Ler mais – com atualizações:
Portugal: PROTESTO DE GERAÇÕES À RASCA NUM PAÍS À RASCA
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Xefe Do Estadu Hakna'ar Aan Hikas Servisu Tuan, Hatutan Tiga Roda Nia Lian

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TEMPO SEMANAL – 12 marsu 2011

Prezidenti da Republika iha kalan bo'ot (11/03) hala'o hikas ninia kna'ar ne'ebe uluk veteranus Jornalista ne'e hala'o iha tinan rihun ida atus sia hitu nolu nia laran. Tuir observasaun Tempo Semanal ekipa Jornalista ne'ebe komandan husi prezidenti da republika ne'e kompostu husi ema nain ha'at hanesan DR. Jose Ramos Horta, DR. Jose Mereles, DR. Joel Maria no fotografer ida.

Besik tuku sanolu resin tolu DR. Jose Ramos Horta ne'ebe bele dehan hanesan jerasaun dahuluk ba jornalista Timor ninian ne'e hakat besik ba fa'an nain roda tolu ho roda rua sira ne'ebe para lina besik entre liuron bo'ot ho tasi ninin iha halihun bo'ot parte norte kaza eupeia ninian.

Eis autor ne'ebe hasai termus Mauberizmu ba defende ema ain tanan Timor oan sira nia direitu iha tinan tolu nolu liu ba kotuk ne'e, dada lia ho fa'an nain sira hodi husu tuir ema dalan ninin sira ne'e nia situasaun iha kalan nia nakukun besik hali hu'un oeste husi gabinete sekretariu do Estadu Juventude desportu ninian.

"Ha'u hakfodak haree prezidenti da republika mai ko'alia ho ami. Ha'u kontente ko'alia ho Prezidenti hein katak sei foo tulun ruma mai ami," dehan vendedor ida ne'ebe hanaran aan ho Atoi.

Vendedores sira ne'e ho hakfodak hodi haree ulun bo'ot estadu nasaun ninian ne'ebe deklara aan hanesan Prezidenti ba ema ki'ak ne'e la'o iha roman naton ahi nakukun ba dada lia ho sira."Ha'u fa'an iha ne'e kleur ona no toba iha ne'e kalan-kalan hodi hein no fa'an sasan iha hau nia tiga roda."

"Osan ne'ebe ha'u hetaan hodi sosa hahan, roupa no haree ha'u nia oan nia eskola," dehan joven ne'ebe besik tinan tolu nolu ne'e.

Lukru ne'ebe nia hetaan ladun bo'ot maibe konforme tempu de'it.

"Tempu di'ak bele hetaan to'o dua puluh ka tiga puluh dollar maibe sorte la di'ak no ema ladun rame entaun kala ida sorte liu-liu ema sosa lima dollar."

Iha karosa roda rua ne'ebe para besik Atoi nia sorin kuana nakonu ho sigaru LA, Malboro mutin, Surya 12, Filter, rapizadu, sugus, Mentoos ho beer abc, tiger, kokakola, aqua ki'ik no bo'ot ho katon mutin ida nakonu ho es fatuk ne'ebe hoba hela tua beer, kokakola, sankis, sprite.

Vendedor karosa roda rua no roda tolu sira sai hanesan didin ba liuron prinsipal kapital timor Leste ninian. Iha kalan ruma ema sempre ba tu'ur besik lecidere hodi hemu iha jardin.

"Ha'u mai beibiek iha ne'e tan ba anin di'ak no gosta mai hemu iha tiu sira ne'e tan ba hodi sosa sira nia sasan duke ita ba hemu iha restaurante karun no ema seluk maka hetaan osan," dehan Alex komunidade ida husi Dili ne'ebe tu'ur hela ho ninia belun sira iha besik jardin Nossa senhora Lecidere.

Iha karreta liu para hodi sosa sigaru no balun sosa bee aqua no balun sosa nu'u.

Iha parte seluk lala'ok prezidenti da republika ninian ne'e hamosu mos perguntas ba hakna'ar nain jornalista sira ninian. Iha fulan kotuk durante konferensia de imprensa ida iha aeroportu Nicolao Lobato Dili Jornalista sira mos hato'o ona lia husu ba Prezidenti da republika hodi kestiona publikasaun iha website Prezidensial ninian ne'e hanesan halo fali kompetisaun ho media sira nia servisu. (TS)

VIDEO REPORTAGEM TEMPO SEMANAL
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Moçambique vai ter Centro de Gestão do Património Cultural da CPLP

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JORNAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE – 11 março 2011

Maputo – A sede do Centro de Gestão do Património Cultural dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (CGPCP), vai funcionar na capital moçambicana, Maputo.

A instituição, vocacionada à formação de quadros na área de promoção e gestão do património mundial, irá funcionar no Instituto Nacional do Património Cultural, em fase de criação no país e tutelado pelo ministério da Cultura, de acordo com o jornal Notícias.

Para além das acções a ter lugar na capital, o centro vai promover programas e actividades na Ilha de Moçambique, na província de Nampula, que é património mundial, e também na Ilha do Ibo do Arquipélago das Quirimbas, na província de Cabo-Delgado.

O projecto tem como principais objectivos a preservação, gestão e promoção do património cultural, de modo que Moçambique, Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe possam concorrer, em termos de assinatura de bens na Lista do Património Mundial, com os países africanos de expressão inglesa e francesa.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) já se disponibilizou para apoiar o projecto e garantiu a prestação de apoios técnicos.

(c) PNN Portuguese News Network
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TIMOR LESTE’S BID JOIN ASEAN FACES OBJECTIONS

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Timorese men examining a house in January last year after police evicted more than 1,000 long-term squatters and sparked a rowdy protest. Various grounds have been raised for not admitting Timor Leste into Asean at this stage, but the main concern is that the mini-state is still too weak to contribute to Asean community building. (AFP Photo)

Barry Wain - Straits Times Indonesia – The Jakarta Globe - 10 march 2011

It sounds like a reconciliation script written for Hollywood.

Less than 12 years after an angry Indonesia withdrew from East Timor in an orgy of killing and destruction, Jakarta is championing the admission of the renamed, independent Timor Leste into the Association of South-east Asian Nations (Asean) 'without reservations'.

However, the bid is likely to be rejected because of stiff resistance from Singapore and other countries, The Straits Times understands.

The Republic has registered the strongest objection and is prepared to veto Timor Leste's inclusion for at least several years, say regional officials with knowledge of the discussions, but who did not want to be named.

While various grounds have been raised for not admitting it at this stage, the chief concern is that the mini-state is still too weak to contribute to Asean community building.

The worry is Asean - sandwiched as it is between rising giants China and India - risks becoming irrelevant if it fails to integrate, especially economically, by its 2015 deadline, and Timor Leste has yet to prove it will succeed as a nation and not fall apart, the officials add.

Although they have not voiced their objections, other newer - and poorer - members of Asean are also unhappy, though for different reasons.

Cambodia, Laos and Myanmar are worried about the likely diversion of aid if Timor Leste joins, the sources say, while Vietnam believes that an Asean weakened or made irrelevant by the inclusion of a country viewed as being on the brink would mean the region by default would be drawn into China's orbit.

Timor Leste is the only remaining country in South-east Asia that is not a member of Asean. Though Indonesia, the current chair of the 10-nation grouping, and Thailand support the application, Asean works by consensus, particularly on major issues, and one dissenting voice is enough to block a proposal.

Of the 10 countries in Asean, five - Indonesia, Malaysia, the Philippines, Singapore and Thailand - are founding members. The rest applied to join later, but it is not known if their applications encountered similar objections.

The disagreement over Timor Leste's proposed membership is likely to cause friction within Asean. Jakarta no doubt will resent Singapore's stand, especially if the Republic refuses to budge, as seems likely.

A resurgent and democratic Indonesia is using the issue to help it regain the de facto leadership of Asean, which it lost in the domestic turmoil that followed President Suharto's downfall in 1998. Jakarta has provided Dili with technical and diplomatic advice on steps to gain Asean membership.

Indonesian Foreign Minister Marty Natalegawa acknowledges that some members believe Timor Leste's entry may affect Asean plans to create a single regional economic market in the next four years. But, he said, 'Indonesia is part of those who believe the case on the contrary'.

Timor Leste has stressed the public relations value of joining Asean in view of the bitter past, appealing to the 'strong sympathy and solidarity towards East Timor' in the region.

But that sentiment has clashed with a hard-nosed assessment of conditions in Timor Leste, which sees a country 'hovering on the brink of becoming a failed state', as one South-east Asian official put it.

Dili officials concede they are not really ready for Asean membership, but argue that enthusiasm will carry them along and that they can learn on the job.

But critics worry about the country's slow progress in building institutions and developing human capital since independence in 2002.

They note that Asean has a dense network of legal obligations, particularly in the area of economic integration, which is the heart of Asean's overall integration efforts. Timor Leste, as a member, would inevitably seek exemptions or delays, they reason, threatening to derail community ambitions.

Several Asean countries, including Indonesia and Thailand, are already finding it difficult to meet their integration obligations, according to one official.

If Timor Leste were granted exemptions, others would ask for them, too, due to domestic political pressures, he said.

The nightmare scenario: 'The entire integration project will unravel and Southeast Asia will be squeezed into irrelevance.'

**Reprinted courtesy of Straits Times Indonesia. To subscribe to Straits Times Indonesia and/or the Jakarta Globe call 2553 5055.
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OIL FEEDS TIMOR LESTE’S INEQUALITY

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James Dunn

JAMES DUNN – ILLAWARRA MERCURY

The continuing turbulence in the Middle East has understandably overshadowed events in our neighbourhood, and that instability looks like being with us for some time to come.

The popular protests are inspiring, but the political outcomes are uncertain. This time I shall focus on our neighbour, Timor Leste, where the outlook is rather more optimistic.

The situation there was reviewed at the UN Security Council, where it was wisely decided to extend the mandate of its UNMIT mission by 12 months.

The head of the mission, Ms Ameerah Haq, delivered a generally positive report on the progress of the new nation, and despite recent statements by some Timorese leaders, including Prime Minister Xanana Gusmao, for the mission to be terminated, the UN decided that it should continue for at least another year.

East Timor has been advancing briskly economically, thanks to oil revenues, bolstered by foreign aid, including from Australia. Now more than $7.2 billion is safely invested in US treasury bonds.

The budget this year is more than $1 billion - a tenfold increase in little more than five years. A big issue, however, is how much of this wealth is trickling down to the impoverished majority that forms about 75 per cent of the population. It is a problem common to the administration of newly independent countries - the imbalance of wealth that disfigured and discredited colonial rule. In Timor I saw this problem unfolding a decade ago.

The Timorese elite aspired to enjoy the affluence of foreigners. As the nation's wealth began to grow, the salaries of all those in government were substantially increased, without any significant improvement in the income of the population at large. Inevitably there is resentment, especially among the youth, which may surface in the elections next year.

The UN report recorded progress in the important police and military sectors, but reading between the lines, concerns about their functioning are probably the main reasons for continuing with the UNMIT mission.

The granting of full responsibility to police has been slow. There have been concerns about abuses, and the fact that disciplinary charges against some police have yet to be dealt with.

As for the military, there are serious allegations of indiscipline and intimidation that suggest not all commanders acknowledge the essential limits of their power.

For this reason, it is still important that the Australian Defence Force contribution remains in East Timor.

We will continue to hear the protests of military commanders, some not averse to exercising inappropriate authority, but these should be ignored. Unfortunately, former resistance commanders still hunger for the total authority they once wielded in areas then under their control.

Some officers are about to serve with UN missions, which should improve their understanding of the limits of military authority.

Clearly Australia's position in the eyes of Timorese leaders has changed. We are still important, but the Timorese have succeeded in expanding and diversifying their international contacts, and the relationship that existed after 1999 is no longer so special.

A tricky issue is Prime Minister Julia Gillard's proposal to establish a regional refugee centre in Dili. There is strong opposition to the proposal among Timorese leaders and other regional leaders seem less than enthusiastic about it. In the circumstances I have doubts about whether it will ever take shape.

**James Dunn is an author with four decades of experience as a foreign affairs official and with UN agencies.
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Parte Sul “Knuuk Boot” Violensia Domestika, Same Dahuluk, Covalima Dahaat

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JOSEFA PARADA – SUARA TIMOR LOROSAE – 11 marsu 2011

DILI – Tuir dadus Sekretaria Estadu Promosaun Igualidade (SEPI), parte sul nudar fatin ne’ebe akontese violensia domestika barak liu. Distritu Same okupa primeiru lugar (dahuluk), hafoin Distritu Dili, tuir kedas Distritu Oecusse, no Distritu Covalima iha kuartu lugar (dahaat).

Violensia domestika ne’e mosu ho forma oi-oin hanesan, violensia fiziku, seksual, psikolojia no violensia ekonomia. Maske nune’e, dadus ne’e la signifika katak distritu sira seluk livre husi violensia domestika. Violensia ne’e la akontese deit husi mane ba feto, maibe dalabarak mos husi feto ba mane.

“Dala barak mos feto halo violensia ba nia kaben, maibe mane dalabarak nia hanoin sira nia dignidade. Tamba ne’e kuandu feto halo violensia domestika hasoru mane, mane sira atu aprezenta kazu ne’e, sira hanoin barak keta halo bele dehan mane laiha dignidade. Tamba ne’e, ita halo sosializasaun atu nune’e sira ida-idak bele halo reflesaun ba sira nia a’an,” dehan Xefi Suku Fatu Hada-Dili, Marcelino Soares ba STL iha Salaun Delta Nova, wainhira partisipa iha komemorasaun loron mundial feto nian, foin lalais ne’e.

Nia hatutan, violensia domestika mosu depende ba ema ida-idak tamba koalia kona ba umanu ema feto ho mane ha¬nesan deit, sira presiza kompleta malu. Atu reduz konflitu iha uma laran, depende ba ema idak-idak nia konsiensia, la depende ba lei deit.

Iha fatin hanesan, Xefi Suku Maudemo Sub Distritu Tiliomar-Covalima, Maria Fatima hatete, lei violensia domestika ne’ebe mak aprova tiha ona, se bele karik sosializa ba sub-distritu to’o suku, nune’e povu iha area rural bele hatene no kumpri.

“Ami nia hanoin halao sosializasaun lei violensia domestika ne’e ba too iha suku no aldeia atu nun’ee ema hotu bele partisipa. Se hala’o deit iha nasional, feto maluk no povu ne’ebe mak hela iha area rural sira labele asesu ba lei ne’e,” dehan Maria.

Entretantu Xefi Suku Afloicai Sub Distritu Uatu Carbau, Distritu Viqueque, Joana M. Fonseca Pinto, husu ba husu ba mane sira atu respeita direitu feto nian hodi hamenus violasaun hasoru feto.

“Feto tantu iha familia laran, no iha liur, importante ita respeitu mos nudar ema no nudar inan ba ema hotu. Hau espera katak ho komemorasaun loron mundial feto,bele fo hanoin ba Timor oan tomak, liu-liu ba mane sira atu hanoin fila fali feto sira nia dignidade nomos sira nia terus,” Joana hateten Delta Nova.

Kona ba lei violensia domestika, Direitor Jeral SEPI, Tomas da Silva hatete, ninia parte hala’o ona sosializasaun antes lei violensia domestika promulga husi Prezidente Republika Jose Ramos Horta. Iha sosializasaun ne’e, konvida xefi suku sira 13 no mos universidade iha Dili laran tomak hodi hola parte.

“Lei violensia domestika ne’ebe mak governu hasai ho lei numeru 7/2010 kona lei violensia domestika ne’ebe mak agora dadauk lao oinsa mak xefi suku sira bele hatene no sosializa mos informasaun ba komunidade sira,” dehan Tomas. lay
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XINA HAMOSU DESEMPREGU IHA TL

.LOJA XINA - Marka prezensa sidadaun Xina iha Timor Leste ho atividade negosiu livre bele hamate no kria desempregu ba ema Timor oan. Xina fa’an sasan ho folin baratu, maibe sasan ne’ebe sira faan ne’e laiha kualidade. Ida ne’e loja xina nian iha Audian, besik Lampu Merah. - FOTO: STL/GERMANO DE SOUSA

JOSEFA PARADA - SUARA TIMOR LOROSAE - 11 marsu 2011
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DILI - Povu maioria la gosta nogosiante Chinesa nebe dadaun ne’ domina area negosiu tanba bele hamate no bele kria dezempregu ba ema Timor Leste (TL) no povu ki’ik sira atu fa’a sira nia produtu iha merkadu.

Xefi Suku Bairo-Pite, Joao Batista da Costa Belo hateten politika governu fo livre negosiantes estranjeiru tama TL atu halo investimentu boot, lao ladun diak tamba governu la konsege kontrola hodi negosiantes hirak ne’e halo fali negosiu kiik.

Tuir nia katak situasaun ne’e ladun diak ba povu rai nain sira. Tamba se negosiantes estranjeiru mai atu halo fali negosiu kiik, sei kria dezempregu bo’ot ba povu rai nain sira.

“Sira negosiu ne’e sei la fo benifisiu ba timor oan sira. Maibe kria fali dezempregu ba ema timor tanba la hetan oportunidade atu halo negosiu ho sira,”argument João iha Sede Suku Bairo Pite, Dili, Kinta (10/3).

Tamba ne’e, João sujere ba governu atu tenke tau atensaun ba problema ne’e, tanba politika ne’e sei la benifisia ba pobu kiik sira. Governu tenki hatama ema estranjeirus ne’ebe ho investimentu bo’ot hodi bele kria empregu ba povu, li-liu ba joven barak ne’ebe dadaun ne’e sidauk hetan servisu.

Nia parte mos husu ba governu atu redus volume sirkulasaun negosiantes estranjeiru kiik mai TL tamba sei hadau oportunidade Timor oan sira, hodi sei hamosu konflitu entre ema timor ho ema Xina.

Lamentasaun ne’e reforsa husi komunidade aldeia Buka Fini suku Bairo Pite, Mario de jejus, katak to’o oras ne’e povu ki’ik nebe moris ho fa’an sasan la bele moris tanba negosiantes xineza sira dominan iha bairo-bairo, inklui to’o distritu.

“ Ami labele kompete fa’an ho sira tanba maioria ema barak hola sasan iha sira nia bairo deit, duke lao to’o merkadu, tamba realidade hare katak ema Cihinese sira halo sira nia kios iha bairo hotu-hotu,” nia dehan.

Ba situasaun ne’e, Mario ho husu ba governu atu tau atensaun hodi bele limiti movimentu ema Xina iha atividade negosiu iha Timor laran.

Iha Parte seluk negosian te Serfin Amaral, dehan sirkulasaun ba negosiante kik liu-liu ba ema Timor oan iha lor-loron la hetan benefisiu ka lukru nebe bot, tanba povu barak mak gosta liu ba sasan nebe fa’an husi ema xina sira.

Nia dehan ema Xina sira nebe mai halo negosiu iha timor to’o oras ne’e, la bele sura tanba hare husi feto ka mane iha hotu. Pior liu tan sira nebe halo negosiu hola tan ema Timor oan no hola rai iha nasaun ne’e, nune nia la fila ba nia rai ona.

“ Hau husu ba Estadu TL, atu regula ema nebe nudar sidadun estranjeiru nebe hakarak mai iha Timor labele halo deit, fa’an sasan no hakarak hela metin iha rai ne’e,” nia haktuir.

Preukupasaun hanesan mai husi Xefi Aldeia Suhurama, Suku Lahane Oriental Antonio Rodrigues katak dadaun ne’e negosiante Xina maka domina iha Nasaun doben ida ne’e, halo negosiante ki’ik sira nia sasan lafolin.

“Ita rai nain sai fali hanesan ema pendatang, hau dehan hanesan ne’e tanba realidade hatudu katak neneik-neneik ita nia nasaun ne’e ema Xina maka sei domina, husi negosiante ki’ik to’o Loja bo’ot sira”, dehan Antonio. jin
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